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Tireóide

A tireóide é uma glândula localizada no pescoço, na frente da traquéia, que é responsável pela produção de hormônios que são essenciais para o metabolismo. Esses hormônios são chamados de T3 e T4 e são responsáveis por aumentar a taxa funcional de vários tecidos e órgãos. Além disso, a tireoide produz um hormônio chamado calcitonina muito importante para o equilíbrio do metabolismo do cálcio.

O hipertireoidismo é caracterizado excesso de hormônios tireoidianos. Pode ser causada por uma doença auto-imune ou nódulos produtores de hormônio, infecções que resultem da liberação de maior quantidade de hormônio para circulação ou até mesmo uso de medicamentos que contenham hormônios tireoidianos. Os sinais e sintomas variam entre pessoas e podem incluir irritabilidade, fraqueza muscular, problemas de sono, ritmo cardíaco acelerado, pouca tolerância ao calor, diarreia, aumento de voluma da tiroide e perda de peso. Os sintomas geralmente manifestam-se com menor intensidade em idosos e durante a gravidez. O diagnóstico é feito por medidas altas do hormônio tireoidiano no sangue (T4livre) e TSH baixo. O tratamento depende em parte da causa e da gravidade da doença. Existem três principais opções de tratamentos: medicamentos, radiodoterapia e cirurgia.

O hipotireoidismo ocorre quando há falta de hormônio tireoidiano na circulação. Pode ocorrer por doença auto-imune, infecções, defeitos na produção hormonal, resseção cirúrgica da glândula, tratamento para hipertireoidismo ou até mesmo ausência de glândula. Os sintomas são inespecíficos dentre eles: constipação intestinal, cansaço, fraqueza, queda de cabelo, unhas fracas, intolerância ao frio e ganho de peso. O diagnóstico é feito por medidas baixas do hormônio tireoidiano (T4livre) e TSH alto. O tratamento consiste na reposição do hormônio tireoidiano por meio de medicação oral diária.

Os nódulos tireoidianos são muito prevalentes na população em geral. A maioria deles são benignos e não merecem grandes preocupações, porém o acompanhamento com especialista deve ser constante para observar mudanças de característica ou crescimento expressivo. A grande preocupação seria a correlação com o câncer de tireoide. Este ocorre em torno de 5% dos nódulos tireoidianos. Não costuma ser agressivo na maior parte das vezes e tem uma sobrevida alta se tratado adequadamente. O diagnóstico é feito por meio da ultrassonografia de tireoide. Dependendo das características do nódulo e tamanho o endocrinologista indicará punção ou não da lesão. Dependendo do resultado encontrado opta-se por acompanhar os nódulos anualmente (nódulo benigno) ou realizar tratamento cirúrgico (nódulo maligno). O tratamento com radiodoterapia pode ser necessário em alguns casos de tumores malignos.

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